terça-feira, 30 de maio de 2017

SINTOMAS DO MAL-ESTAR NA PONTA DA LÍNGUA


Sim, você leu certo! Essa parte do nosso corpo pode dar pistas de que algo não vai bem...

Você costuma observar a sua língua? Se não, deveria! Por ser uma região sensível do nosso corpo, ela logo denuncia qualquer desequilíbrio. No geral, a versão saudável é rosada, viçosa e brilhante. Em contrapartida, a presença de tremores, inchaço, marcas de dentes ou cor alterada demonstra problemas, segundo Eduardo Landini Lutaif Dolci, otorrinolaringologista da Clínica Dolci, emSão Paulo. “Levar esses sinais em consideração pode servir como um alerta do organismo de que algo de errado está acontecendo”, explica. Confira sete desses sinais:

1. MARCAS ESBRANQUIÇADAS

Pode indicar a existência de toxinas no estômago ou intestino. A causa? Em geral, má digestão ou digestão incompleta dos alimentos. Também pode ser sinal de acúmulo de muco. Neste caso, evite leite e derivados, e invista em comidas leves.

2. TOM AMARELADO

Aponta para o excesso de bile na vesícula biliar ou que o fígado não anda trabalhando muito bem. Na dúvida, converse com seu médico.

3. APARÊNCIA AZULADA

Alerta: o seu coração pode estar correndo perigo. Procure rapidamente um cardiologista.

4. LESÕES

Caroços irregulares, úlceras e feridas por mais de seis semanas são preocupantes. Há risco de infecções, inflamações ou até mesmo câncer. Por isso, devem sempre ser avaliadas por um profissional. Exames complementares (de sangue e até biópsias) podem ser necessários.

5. PALIDEZ

Sinal de anemia. Se a suspeita se confirmar, aposte em alimentos ricos em ferro, magnésio e zinco. Os vegetais de cor verde-escura devem fazer parte do cardápio.

6. ONDULAÇÕES

Isso acontece porque a língua está inchada e começa a ganhar as marcas dos dentes. Pode apontar para desidratação, alergias ou ATM (disfunção temporomandibular).

7. INCHAÇO OU VERMELHIDÃO

Essas características indicam possível falta de vitaminas, como ácido fólico ou vitamina B-12.

Fonte: Raquel Maldonado / Revista Ana Maria


domingo, 7 de maio de 2017

CUIDADOS COM OS OLHOS DEVEM AUMENTAR NA TERCEIRA IDADE

O sentido da visão permite às pessoas um maior contato com o mundo. Para o idoso, o sentido da visão ganha exponencial importância em seu dia-a-dia, seja no ambiente doméstico, seja principalmente no ambiente externo.

Por este motivo, os cuidados com os olhos devem ser tomados como fundamentais, principalmente na Terceira Idade. Muitas doenças que afetam esses órgãos são mais frequentes a partir dos 40 anos de idade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 80% da população cega no mundo tem mais de 50 anos.
 


A Catarata, por exemplo, é considerada a maior causa de cegueira tratável, sendo que 85% dos casos acometem as pessoas com idade acima de 50 anos. “Ela se caracteriza por uma progressiva opacidade do cristalino, que é a lente que proporciona a nitidez e a acuracidade do sentido da visão, e que provoca a diminuição da qualidade visão”, explica Dr. Pedro Oliveira, diretor médico da ePharma, empresa líder no mercado de assistência de benefícios farmacêuticos.

Ela pode provocar desde pequenas distorções visuais até a cegueira. “Somente o procedimento cirúrgico recupera a capacidade visual do portador de catarata”, explica o médico. Não há tratamento clínico para os sintomas da catarata, da mesma forma que não há nenhum recurso de cuidado preventivo primário que altere o curso de evolução desta moléstia, mas o tabagismo é considerado como fator que potencializa o processo evolutivo da catarata.

Trata-se de uma condição degenerativa, que pode ser adquirida ou congênita - associada a herança genética de cada indivíduo - e que, uma vez instalado, evolui até a completa perda da transparência - ou como a própria definição da estrutura é identificada: da cristalinidade.

Dr. Pedro Oliveira, destaca ainda os agravos aos portadores de Diabetes. Essas pessoas têm 25 vezes maior risco de perda da visão e, segundo a OMS, a retinopatia diabética atinge mais de 75% dos pacientes que têm Diabetes há mais de 20 anos. “Esses pacientes precisam cumprir controle regular pelo oftalmologista e seguir rigorosamente o tratamento médico”, orienta o especialista.

O Glaucoma é outra doença ocular que pode levar à cegueira e a fase crônica atinge principalmente pessoas acima de 35 anos de idade. Ela é diagnosticada como uma lesão no nervo óptico, reduzindo o campo visual e vem acompanhada de pressão intraocular elevada na maioria dos diagnósticos. “O tratamento com colírios atende a maioria dos casos. Mas, em outros, pode ser necessária a intervenção cirúrgica”, explica Dr. Pedro Oliveira.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é outra doença que afeta a visão e geralmente é diagnosticada em pacientes a partir dos 60 anos de idade. Segundo o médico, a DMRI afeta a área central da retina e com danos irreversíveis para o paciente: “O diagnóstico precoce é muito importante nesse caso. Isso ajuda a controlar os efeitos da doença”.

Fonte: Site Acre ao Vivo



ALÉM DO COLESTEROL, A ESTATINA TAMBÉM É EFICAZ CONTRA ALZHEIMER



Um novo estudo mostrou que as estatinas, remédio usado para reduzir a taxa de colesterol, reduzem em até 15% o risco de Alzheimer

As estatinas, utilizadas há décadas para controlar o colesterol, podem reduzir significativamente o risco de Alzheimer. A conclusão é de um estudo publicado recentemente no periódico científico JAMA neurology. 

No estudo, pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, analisaram registros médicos de cerca de 400.000 pessoas e concluíram que homens que tomavam estatinas diariamente apresentaram uma redução de 12% no risco de Alzheimer. Nas mulheres, a diminuição foi ainda maior: 15%.

Os autores acreditam que esse efeito benéfico do medicamento no Alzheimer pode ser explicado pela interação entre o colesterol, substância regulada pelo remédio, e a proteína beta-amiloide, que desempenha um importante papel no desenvolvimento de demência. 

Outra hipótese está relacionada à propriedade anti-inflamatória das estatinas.

Segundo a análise, a pravastatina e a rosuvastatina, tipos de estatina, estão particularmente associadas à redução do risco de Alzheimer em mulheres. “O tipo de estatina para a pessoa certa pode ser um meio relativamente barato de diminuir o risco de Alzheimer”, disse  Julie Zissimopoulos, líder da pesquisa.

A partir dos 65 anos, o risco de uma pessoa desenvolver Alzheimer duplica aproximadamente a cada 5 anos. Estima-se que a demência afete uma em cada 14 pessoas acima dessa idade e uma em cada seis pessoas após os 80 anos.


Fonte: Veja